Aviso ao leitor essa história contém cenas de violência é descrições desconfortáveis considere se deve prosseguir ou não. Espanha Década de 60 Olá me Chamo. Francisco naquela época eu era apenas uma criança, Eu é meus país morávamos num apartamento em Madri, a hora de dormir deveria ser um momento feliz para uma criança cansada para mim era aterrorizante, Enquanto algumas crianças reclamam de serem colocadas na cama antes de terminarem de assistir um filme ou sei lá, Quando eu era criança a noite era algo realmente temido em algum lugar da minha mente ainda é, Não lembro exatamente a data onde começou mas minha dificuldade para dormir coincidiu com a mudança para um quarto só meu, antes da mudança eu dormia junto com meus país pois a casa onde vivíamos era pequena é apertada é agora quê morávamos em um apartamento maior eles decidiram quê já era hora de eu começar a dormir sozinho, Era um quarto pequeno estreito mas estranhamente alongado grande o suficiente para uma cama é algumas cômodas na época eu não reclamei até porquê mesmo naquela idade eu entendia quê só dormia com meus país pq a nossa casa antiga era apertada, é eu não tinha motivos reais para ficar decepcionado já quê meus país eram amorosos é carinhosos foi uma infância feliz durante o dia, no meu quarto havia apenas uma janela com vista para a cidade nada fora do comum mas mesmo durante o dia a luz quê entrava naquele cômodo parecia quase hesitante, Ganhei uma cama nova embora eu estivesse um pouco chateado por dormir sozinho fiquei animado por possuir uma cama confortável, na primeira noite lembro-me de uma estranha sensação de inquietação quê se insinuava lentamente no fundo da minha mente, Eu estava deitado na cama olhando para os meus bonecos é carrinhos espalhados pelo chão de madeira, Enquanto batalhas é aventuras imaginárias aconteciam entre os brinquedos no chão, eu não conseguia evitar a sensação de quê meus olhos estavam sendo lentamente atraídos para baixo da cama como se algo estivesse se movendo no canto do meu olho algo quê não queria ser visto, Não dei muita importância eu era criança é o barulho da televisão dos meus país me envolvia numa sensação aconchegante de segurança é bem estar após isso eu adormeci, Naquela noite eu tive um sonho não foi um pesadelo mas foi algo muito estranho hoje eu sei quê aquilo era um prenúncio do que estava por vir, ao despertar de um sono profundo com algo se movendo ou se agitando pode levar alguns instantes para que você compreenda realmente o que está acontecendo, a névoa do sono permanece sobre seus olhos é ouvidos mesmo quando você está lúcido, Algo estava se movendo disso não havia dúvida a princípio não tinha certeza do que era, Tudo estava escuro quase completamente escuro mas uma luz tênue vinda de fora iluminava aquele quarto estreito é sufocante, Dois pensamentos me vieram a tona quase simultaneamente o primeiro foi que meus país estavam na cama pois o resto da casa estava mergulhado na escuridão é no silêncio, o segundo pensamento se voltou para o barulho um barulho quê obviamente me acordou, a medida quê os últimos resquícios de sono se dissipavam da minha mente o ruído assumiu uma forma mais Familiar, Às vezes os sons mais simples podem ser os mais perturbadores um vento frio assobiando entre as árvores lá fora os passos desconfortavelmente próximos de um vizinho ou neste caso farfalhar dos lençóis na escuridão, Era como se alguém com o sono interrompido estivesse tentando se acomodar demais na cama de baixo, Fiquei ali deitado incrédulo pensando quê o barulho era apenas imaginação minha ou talvez apenas meu gato de estimação procurando um lugar confortável para passar a noite, Foi então que notei a porta fechada como estava quando adormeci, Talvez minha mãe tenha vindo me ver é o gato tenha entrado sorrateiramente no meu quarto, Virei-me para a parede fechando os olhos na esperança de conseguir dormir novamente, Ao me mexer o ruído debaixo de mim cessou Pensei que devia ter acordado meu gato mas logo percebi que o visitante debaixo da cama era muito menos banal do que meu gato tentando dormir é muito mais sinistro, como se tivesse percebido é se incomodado com a minha presença o visitante indesejado começou a se debater violentamente como uma criança fazendo birra na cama, Eu podia ouvir os lençóis se contorcendo com crescente ferocidade, o medo então me dominou não como a sutil sensação de desconforto que eu havia sentido antes, mas agora potente é aterrador meu coração disparou enquanto meus olhos em Pânico vasculhavam a escuridão quase impenetrável, instintivamente gritei para minha mãe Ouvi algo se mexer do outro lado do apartamento, mas quando comecei a respirar aliviado por meus país estarem vindo me salvar, a parte de baixo da cama começou a tremer violentamente como se um terremoto os tivesse atingido, Eu podia ouvir uma voz rouca dando risada baixinho como se estivesse se divertindo fazendo aquilo, Não queria pular para a segurança pois temia que a coisa de baixo da cama estendesse a mão é me agarrasse, me puxando para a escuridão então fiquei lá com os nós dos dedos brancos de tanto apertar meu cobertor como um santuário de proteção a espera pareceu uma eternidade, a porta finalmente se abriu a luz finalmente Véio enquanto de baixo da cama permanecia vazia é tranquila, Chorei é Minha Mãe me Consolou Lágrimas de Medo Seguidas de Alívio, Escorriam pelo meu rosto ela me perguntou pq eu estava tão perturbado eu expliquei que eu havia visto uma sombra em forma humana de baixo da minha cama, Ela olhou pra baixo é disse quê eu podia ficar tranquilo pois não havia nada alí em baixo é que provavelmente tinha sido apenas um pesadelo, Eu me acalmei um pouco mas ainda estava com muito medo sentia quê aquela ameaça invisível estivesse por perto a espreita, Minha mãe deitou-se ao meu lado prometendo ficar alí até de manhã com o tempo minha ansiedade diminuiu o cansaço me empurrou de volta para o sono mas continuei inquieto, Lembro-me que no dia seguinte querer ir a qualquer lugar estar em qualquer lugar menos naquele quarto escuro é sufocante, Pode parecer estranho mas quando meus pais levaram de volta para passar a noite eu não disse nada não protestei, Nem sequer dei uma desculpa para não dormir alí Simplesmente entrei no quarto é me deitei na cama é esperei, Uma palavra me veio a mente naquela segunda noite deitado sozinho na escuridão senti uma mudança estranha na atmosfera um ar mais denso, como se algo o tivesse deslocado Ao ouvir os primeiros movimentos casuais de baixo da cama comecei a ficar nervoso, Pq eu sabia quê algo estava novamente de baixo da cama enquanto centenas de pensamentos vinham a minha mente, Percebi quê a Criatura havia parado de se mover os lençóis jaziam calmos e inertes, Mas haviam sido substituídos por algo muito mais horrendo uma respiração rítmica é rouca escapava da coisa lá embaixo, Eu podia imaginar seu peito subindo é descendo a cada respiração sórdida a casa estava escura como na noite anterior envolta num denso manto de escuridão, o silêncio reinava exceto pelo hálito podre da Criatura Desconhecida Eu jazia alí apavorado Só queria que aquilo acabasse que fosse embora, Então algo arrepiante aconteceu aquela coisa falou a seguinte frase com a voz rouca "Espero quê você esteja gostando da minha companhia hehehe" Aquela criatura parecia estar determinada a me assustar sua respiração ofegante tornou se mais alta Eu estava deitado alí com os olhos cheio de lágrimas o medo percorria pelas minhas veias imaginei como seria aquela coisa sentada alí inclinada para fora da minha cama, Para meu Horror a Criatura começou a cutucar as ripas de madeira debaixo do meu colchão de forma violenta senti como se estivesse tantando me acertar, Soltei um grito estrondoso é a coisa ofegante trêmula é se movendo de baixo da cama respondeu a altura com aquela voz rouca é hálito pútrido "Isso grita pra mamãe Francisco mas apenas saiba quê eu voltarei hehehe" Mais uma vez a porta foi aberta é lá estava minha mãe amorosa é carinhosa como sempre, Com um abraço reconfortante é palavras tranquilizadoras que acalmaram minha histeria Claro que ela perguntou o que havia de errado é eu novamente respondi quê a Sombra havia me assustado novamente, Eu cheguei a conclusão de que por algum motivo aquela criatura não podia me machucar quando minha mãe estava presente Tenho certeza que o mesmo se aplicaria com o meu paí por mais amoroso que ele fosse acordá-lo era quase impossível, Após alguns meses eu já havia me acostumado com a presença do meu visitante noturno não confunda isso com uma amizade sobrenatural eu detestava aquela criatura Ainda a Temia profundamente, pois quase conseguia sentir seus desejos é sua personalidade se é que se podia chamar assim, uma personalidade repleta de um ódio pervertido é distorcido é tbm um pouco de diversão sádica, Até que um dia eu simplesmente não aguentava mais é decidi falar sobre isso com minha mãe ela me compreendeu é me entregou um crucifixo de madeira é disse que seria bom rezar antes de dormir agradeci é segui seu conselho, Naquela noite antes de adormecer rezei o avé María a atmosfera estava calma como se a reza tivesse tido efeito é eu tive um pesadelo entre aspas eu estava cara a cara com o meu visitante noturno Aquela Criatura era a mais assustadora quê eu já tinha visto Garras no Lugar dos Dedos sua pele completamente escura é um sorriso quê exalava um hálito podre eu comecei a rezar no sonho é vi a criatura se desintegrando bem diante dos meus olhos estava soltando grunhindos como se estivesse gemendo de dor antes de sumir aquela coisa disse com uma voz furiosa "Miserável você pode ter me derrotado por enquanto mas eu um dia irei voltar para acabar com você" é então desapareceu, Acordei bem cedo as 8:0 da manhã é o ar naquele quarto outra hora com uma atmosfera assustadora é opressiva estava com um ar calmo é pacífico voltei a dormir normalmente já não sentia medo quando ia dormir e parecia que aquela coisa havia sumido para sempre mas eu estava enganado, continua...
Cinco ponto nove
Recomendo que pesquise
A história e criativa e boa
1: mostre, não conte: invez de você contar por que não mostra? 2:falta de descrições: você faltou descrever os cenários e a sombra 3: falta de medo: a história não me deu nenhum pouquinho de medo, mas