O Contrato

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Essa história pode haver temas sensíveis! E também foi a primeira história que publiquei no Discord, não mudei nada dela está do jeitinho que eu escrevi. Espero que gostem ———————————————————————————————— Escrever foi algo que eu sempre detestei, minha letra nunca foi boa em seguir regras de escrita, tipo o que usar, como usar e o que não se deve usar é algo que ao meu ponto de vista é algo que considero ridículo.

Virar escritor nunca foi uma escolha ou algo que sei que me daria dinheiro. Foi mais, uma obrigação por parte dos meus Pais, já que aparentemente isso é o ramo da família. Passar dias e noites mal dormidas, receber críticas de completos estranhos ou até sermão de outros escritores sobre plágio que eu sei exatamente que nunca fiz.... É irritante!

E a única maldita coisa que eu queria era uma vida normal em um pequeno escritório de negócios sem essas coisas irritantes do meu dia a dia. Criatividade não vem do nada ao menos não a minha. Deveria me apresentar? Talvez!? Então prazer meu nome Eduard Vicentini no momento até então tenho 33 e para início de conversar não são anos são décadas.

Deixe-me te explicar minha história desde o começo, dá onde venho sou conhecido como ótimo poeta, escritor e entre outros na questão da escrita, mas meu caro saiba que eu não nasci com dom ou apenas pratiquei. Pelo contrário herdei isso com o que considero uma maldição aparti de um desejo que para ser mais específico um contrato com um ser demoníaco e antes que fale não é o diabo e um de seus servos.

Crianças são tolas e fáceis de enganar então considere meu antigo eu como um bastardo, por ser mais do que um tolo por acreditar em palavras gananciosas e cheias de entre linhas. Com apenas algumas palavras daquela espécie de animal mais parecido com um projeto de filhote de cabrito grotesco com uma parte meio humano deformado e podre cheio de larvas, mas o que eu mais odiei se tornou algo que me fez ser perfeito, deveria ser grato não? Talvez para quem sempre foi sético de tudo paranormal era improvável e depois que fui crescendo e relembrando do meu erro, ser grato seria nojento.

Mas voltando ao assunto principal, depois de tantas décadas vivo, por causa de uma página percebi várias coisas. Primeiro o que eu escrevo se torna real tanto que escrever imortal na frente do meu nome me proporcionou essas décadas, falar sobre nomes aleatórios, idades , descrever suas vidas e escolhas e em principal sua morte... acabavam aparecendo no jornal. Pensei ser conhecidencia, mas não era e isso torna  mais ridículo essa merda toda. Até que aquele dia mudou tudo deixando o resto da minha vida pior do que já estava.

Em mais um dia comum após mais uma convenção voltei para casa de táxi, no meio do caminho acabei a adormecer até aí tudo bem, mas em um certo momento escuto alguém me chamando repetidas vezes a ponto de um grito ensurdecedor quebrar o meu silêncio.

Quando abro meus olhos não estavam mais no táxi, não estava no mundo real, era como uma paralisia do sono e tudo ao meu era escuro como se estivesse em caixa pintada de preto e a única coisa que me era visível eram seus olhos! Aqueles malditos olhos… Vermelhos carmesim, mais, brilhantes que joias ou o próprio sol.

Ele riu ao me ver naquele estado.

—Ah! Você acordou, finalmente meu caro Eduard. — O encarava confuso e penava "Como caralh os essa coisa sabia meu nome". Até que ele continua seu diálogo.— E então se divertiu? Porque agora seu tempo acabou — Aquilo me deixou com mais dúvidas como assim meu tempo estava acabando, não fazia nenhum sentido aquele papo todo, porém embora estivesse suando de medo e arrepios subissem pelos meus pelos o deixei terminar e isso só me quebrou ao perceber que se eu quisesse continuar como estava meu contrato tinha que ser renovado, não mas como um desejo mais sim com o restante da minha alma que ficaria seladano  inferno e o mundo que conheço o que eu criei na realidade é meu coma após ter tido um acidente de carro quando ainda era uma criança feliz esperando chegar a casa dos meus avós.